12 atletas a serem observados nos Jogos OlĂ­mpicos de Inverno de 2026


A cada passagem Jogos Olímpicoshá algo novo para admirar. Normalmente, é uma fantasia legal na cerimônia de abertura, ou um novo caldeirão para a chama olímpica, ou talvez um novo estádio chique que a cidade-sede não terá uso em 10 anos. Depois, há os novos recordes estabelecidos durante cada Jogos, exemplos impressionantes de força humana, talento e perseverança alucinante.

Mas para o Jogos Olímpicos de Inverno de 2026algumas das novidades mais notáveis ​​estão surgindo na Vila Olímpica, e não nas instalações individuais. São eles que impulsionam seus esportes e fazem história no processo. Aqui estão 12 atletas que farão história nas Olimpíadas de Inverno deste ano.

Esporte: Patinação Artística

Amber Glenn, uma das patinadoras artísticas mais interessantes e multifacetadas da história recente, já acumulou três títulos nacionais dos EUA e um campeonato final de Grand Prix. Abertamente pansexual, ela é conhecida por dar voltas vitoriosas envolto em uma bandeira do Orgulho. Glenn também fala francamente sobre suas lutas com saúde mental e TDAH. (Ela é também um grande fã de Star Wars, Pokémon e Magic: The Gathering.) Embora valha a pena assistir seu curta-metragem com o tema Madonna, sua performance de exibição em 2024 com “Vampire” de Olivia Rodrigo é ainda melhor.

Citação notável: “O medo de nĂŁo ser aceita Ă© uma grande luta para mim. Ser percebida como (passando por) ‘apenas uma fase’ ou (ser) ‘indecisa’ Ă© algo comum para mulheres bissexuais/pansexuais. NĂŁo quero empurrar minha sexualidade na cara das pessoas, mas tambĂ©m nĂŁo quero esconder quem eu sou.” —Amber Glenn para A Voz de Dallas

Esporte: HĂłquei no Gelo

Quando você (ou qualquer pessoa que assistiu Rivalidade acalorada) pense em “jogador de hóquei”, a imagem que normalmente vem à mente é a de algum russo-canadense corpulento, rápido nos patins e com o taco, mas faltando alguns dentes. Laila Edwards é tudo menos isso. Como a primeira mulher negra a jogar no time olímpico de hóquei dos EUA, Edwards trilha um caminho totalmente novo. Ela também está recebendo uma ajudinha ao longo do caminho, com os colegas nativos de Cleveland Heights, Ohio, Travis e Jason Kelce doando $ 10.000 ao GoFundMe que a família Edwards montou para pagar a viagem para assistir a filha nos jogos.

Citação notável: “Entrar em uma pista e ouvir alguĂ©m dizer ‘a quadra de basquete Ă© ali’, ter experiĂŞncia com microagressĂŁo me ensinou lições e me fez crescer mais em um esporte predominantemente branco.” —Laila Edwards para a estação de TV KARE 11

Esporte: Esqui Alpino

Com apenas 17 anos, Tallulah Proulx já está quebrando recordes, tornando-se nĂŁo apenas a primeira filipina a se classificar para os Jogos OlĂ­mpicos de Inverno, mas tambĂ©m a mais jovem filipina a se classificar. Embora tenha nascido na CalifĂłrnia e agora viva em Utah, Proulx está competindo nos Jogos sob a bandeira das Filipinas. Embora seja improvável que ela conquiste a medalha, tendo terminado em 16Âş lugar nos Jogos Asiáticos de Inverno, suas corridas de slalom e slalom gigante em MilĂŁo – e sua entrada durante a cerimĂ´nia de abertura – devem ser observadas.

Citação notável: “Estou muito feliz e espero poder ser um modelo para outras jovens filipinas e para as Filipinas em geral.” —Tallulah Proulx para notícias ABS-CBN nas Filipinas

Kim Meylemans e Nicole Silveira e Anna Kjellbin e Ronja Savolainen

Esportes: Esqueleto (Meylemans e Silveira), HĂłquei no Gelo (Kjellbin e Savolainen)

OK, claro, talvez seja possível que as esposas já tenham jogado em times adversários nas Olimpíadas antes, mas o fato de que dois conjuntos de esposas competindo entre si nos Jogos de Inverno de 2026 parece bastante monumental. Para a competição de esqueleto, é a belga Kim Meylemans que busca superar sua esposa, a brasileira Nicole Silveira. Na pista de hóquei no gelo, será a seleção sueca de Anna Kjellbin que tentará superar a seleção finlandesa da esposa Ronja Savolainen. E para Meylemans e Silveira, estar fora e competir nesses jogos é mais do que apenas uma história fofa. Como o casal postou no Instagram“Com os Jogos sendo na Itália e o atual governo italiano tomando decisões/leis que prejudicam a comunidade LGBTQ+ (leia sobre isso se você não acredita), é muito especial competir potencialmente como um casal e iluminar a igualdade no casamento ao fazê-lo.





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