VocĂª vai colaborar?
Sim.
Tudo bem. Qual Ă© o seu sanduĂche favorito?
Isso Ă© difĂcil porque eu amo todos eles. Eu diria que um submarino de Nova Jersey desta instituiĂ§Ă£o chamado Sorrento’s em torno de Freehold. Um nĂºmero 14, que Ă© uma combinaĂ§Ă£o, acredito, do nĂºmero 7 e do nĂºmero 12. (Eds. Nota: O menu de Sorrento Diz que o nĂºmero 14 Ă© uma combinaĂ§Ă£o de um nĂºmero 5 e um nĂºmero 12 chamado Pig Special.) Assim, um submarino italiano de uma instituiĂ§Ă£o de Nova Jersey e, se nĂ£o assim, entĂ£o um sanduĂche de clube Wawa.
Eu realmente aprecio o quĂ£o especĂfico isso foi. Obrigado. Primeiro videogame que vocĂª jĂ¡ comprou?
Eu piratei muito porque estava na Turquia crescendo, por isso era praticamente impossĂvel conseguirmos muitos videogames. Quanto Ă compra, pode ser Metal Gear Solid 2 Para o PlayStation 2, ou acho que um jogo de PokĂ©mon.
EntĂ£o, vamos rebobinar 34 anos. VocĂª nasceu em Nova Jersey. VocĂª passou a maior parte da sua infĂ¢ncia na Turquia.
Sim.
VocĂª jĂ¡ falou antes sobre essa educaĂ§Ă£o. VocĂª o caracterizou como muito privilegiado. Como essa experiĂªncia, agora que vocĂª pode olhar para trĂ¡s e refletir, afetou sua visĂ£o de mundo? Como isso o transforma na pessoa que vocĂª Ă© hoje?
HĂ¡ uma enorme desigualdade de renda na Turquia que quase se assemelha Ă AmĂ©rica agora, mas isso ainda Ă© muito pior na Turquia. Por esse motivo, se vocĂª estiver acima do conselho, se vocĂª Ă© relativamente rico, se depara com muito rico em comparaĂ§Ă£o com a pessoa comum.
Eu nunca abrigei pessoas dessa verdade, mas cresci bastante rico. Foi muito positivo no sentido de que eu nĂ£o precisava me preocupar em sobreviver ou ter que aceitar um emprego ou algo assim. A principal preocupaĂ§Ă£o dos meus pais era garantir que eu nĂ£o estivesse mimado, entĂ£o nĂ£o consegui tudo o que queria.
Fora disso, eu diria que, quando garoto, fui enviado para a escola pĂºblica na Turquia. Eu acho que foi bom que meus pais fizeram isso porque isso me fez entender que havia faixas de renda muito diferentes com pessoas vivendo em condições muito diferentes.
VocĂª se mudou para os Estados Unidos para a faculdade, certo? O que foi surpreendente para vocĂª sobre essa transiĂ§Ă£o?
Quando cheguei Ă faculdade, isso Ă© literalmente o que eu queria. Outras pessoas disseram: “Eu quero ser astronauta”, “Eu quero ser professor”, “Eu quero ser um motorista de carro de corrida”. Eu fiquei tipo, “Eu quero ir para a faculdade na AmĂ©rica”.
EntĂ£o eu adorei. Eu estava tĂ£o feliz por estar aqui e tinha todas essas crenças. VocĂª sabe, esta Ă© uma terra de liberdade, terra da prosperidade, certo?
Certo.
É aqui que vou fazer um nome para mim, fazer uma carreira para mim.
Lenta mas seguramente, as experiĂªncias crescem ou indo para a faculdade e depois moram na AmĂ©rica, lentamente se afastaram desse sonho. Peça por peça.
Sim.
É interessante porque, em comparaĂ§Ă£o com outras histĂ³rias de imigrantes no novo barco, eu fiz isso. Estou vivendo o sonho americano, mas acabei de perceber que nĂ£o Ă© algo prontamente acessĂvel para todos.




