Sobre 21 de outubro de 2025temos um Lua Nova a 28° Libra.
A Lua Nova é quadrado Plutão e Júpitere oposto Quíron. Esta Lua Nova da Grande Cruz irá certamente apertar todos os nossos botões, levando-nos a reavaliar quem somos, especialmente no contexto dos nossos relacionamentos íntimos (Libra).
Este é um teste de pressão de Lua Nova que levanta uma questão fundamental de “identidade”: o que sou realmente eu (Sol/Lua), quais são as minhas feridas (Quíron), quais são as narrativas de outras pessoas (Júpiter) e o que está sendo moldado por forças fora do meu controle(Plutão)?

NÃO somos narrativas de outras pessoasas crenças e os roteiros culturais com os quais crescemos (Júpiter) – ainda assim, somos moldados por eles. Somos os produtos do nosso tempo.
Se tivéssemos nascido há 20 anos, provavelmente teríamos internalizado diferentes ideais de sucesso e beleza. Se tivéssemos nascido há 100 anos, poderíamos ter tido opiniões diferentes sobre casamento, género ou moralidade.
O que é importante para nós é moldados pelo mundo em que vivemos – no entanto, não é quem somos.
Nós não somos nossas feridas (Quíron) – mas eles vivem no âmago do nosso ser, atraindo-nos de volta à sua gravidade de maneiras que não conseguimos explicar. Não queremos ir para lá, porque não queremos ser acionados. Não queremos enfrentar a dor.
No entanto, esta evitação significa que tomamos algumas ações e não outras; significa que podemos evitar riscos, permanecer em situações que pareçam seguras ou repetir padrões apenas para evitar a dor da ferida primária.
Nossa vida é moldado pela nossa ferida – mas não somos assim.
E há Plutão. Os inevitáveis ciclos de vida e morte. O poder bruto e inegociável da natureza. E embora todos sigamos as regras de Plutão, NÃO somos Plutão.
Lua Nova em Libra – Cuspir por 2
A vida pode ser muito difícil de lidar. Somos atraídos pelos relacionamentos não apenas pelo espelho psicológico que eles proporcionam, não apenas pela união que cria vida (romântica) ou recursos (negócios).
Relacionamentos também são um amortecedor emocional. Às vezes, para evitar todos esses sentimentos avassaladores, encontramos refúgio em nossos relacionamentos. Em 2, a intensidade é dividida, compartilhada e fica um pouco mais difusa.
Nossos relacionamentos próximos podem ser nossos maior catalisador para o crescimento – mas também nossas armadilhas mais confortáveisporque é fácil ficar ocupado em um relacionamento.
É fácil ficar distraído quando você não está sozinho – quando não há eco do silêncio que o força a se interiorizar e enfrentar o que precisa ser enfrentado.
Muitas vezes, os próprios relacionamentos que deveriam nos libertar para trilhar nosso próprio caminho tornam-se um cópia carbono da dinâmica que experimentamos no início da vida – nossos pais, família ou outros modelos.
Somos levados a repetir a mesma dinâmica, como num loop infinito, porque esta é a única coisa que conhecemos. E o que sabemos – por mais doloroso ou limitante que seja – é mais seguro do que aquilo que não sabemos.
Lua Nova em Libra – Quem tem medo de Virginia Woolf
“Quem Tem Medo de Virginia Wolf” é uma brincadeira com “Quem tem medo do lobo mau”, mas com a intelectual e emocionalmente complexa Virginia Woolf substituindo o monstro.
Na peça – e no filme de mesmo nome – os personagens construir fantasias e ilusões elaboradas em seu casamento com lidar com a decepção e a dor.
O tema psicológico central é: você tem medo de encarar a verdade?
“Virginia Woolf” simboliza a honestidade emocional e as realidades cruas – e às vezes brutais – da vida adulta e dos relacionamentos. Os personagens têm medo de abandonar suas ilusões e confrontar quem realmente são e o que suas vidas se tornaram.
Quem Tem Medo de Virginia Woolf vira código para: quem tem medo de viver sem narrativas construídas? Quem tem medo da responsabilidade que vem com o verdadeiro autoconhecimento?
Às vezes, apenas uma mudança de perspectiva pode transformar o mesmo relacionamento que parece uma armadilha em um playground sagrado – um espaço onde podemos ver uns aos outros como somos, crescer como deveríamos crescer e nos tornar quem deveríamos ser.
Porque não é o relacionamento que é o problema – são nossas narrativas.
É a nossa falta de vontade de encarar a verdade que nos mantém aprisionados nelas.
Quando somos guiados por narrativas – da sociedade, do nosso próprio eu ferido ou do mundo como um todo – passamos a vida com os olhos vendados. Passamos de um relacionamento para outro, mas o ciclo continua se repetindo, o mesmo cenário se repetindo continuamente, porque, claro, nunca são “eles” – é sempre, e sempre foi, sobre “nós”.
Não no sentido de quem está certo ou errado – e nem mesmo na perspectiva de se deveríamos estar num relacionamento ou não – mas no sentido de que nossa própria consciência é a única coisa sobre a qual realmente temos controle.
A Lua Nova em Libra nos convida a olhar para nós mesmos e para a vida como ela é – para ter a coragem existencial de romper narrativas ultrapassadas e encontrar o que é real, sem a rede de segurança da ilusão.
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