Hospitais do Rio homenageiam bebĂȘs que nascem durante a Copa


Durante a Copa do Mundo, bebĂȘs nascidos nas maternidades da Secretaria de Estado de SaĂșde do Rio de Janeiro voltam para casa com lembranças especiais. A equipe do Hospital Estadual da MĂŁe, em Mesquita, na Baixada Fluminense, por exemplo, preparou certificados de “Minha Primeira Copa”, touquinhas com a bandeira do Brasil e impressĂŁo de Árvore da Vida nas cores da bandeira. 

A Árvore da Vida é a impressão da placenta com informaçÔes sobre data, peso, altura, horårio e local de nascimento, decorada com as cores na bandeira nacional.

Thayane Galdino, de 26 anos, teve a filha Mavie no Hospital Estadual da MĂŁe e conta que foi uma experiĂȘncia incrĂ­vel vivenciar o nascimento da bebĂȘ em pleno perĂ­odo de Copa do Mundo. Ela mora em Belford Roxo, tambĂ©m na Baixada Fluminense.

“Para mim, foi um momento maravilhoso, pois minha filha nasceu durante um perĂ­odo festivo, com saĂșde e todo o suporte necessĂĄrio.”

 


Rio de Janeiro (RJ), 25/06/2026 - BebĂȘs nascem na Copa do Mundo. Foto: Rodrigo Gorosito/SESRJ
Rio de Janeiro (RJ), 25/06/2026 - BebĂȘs nascem na Copa do Mundo. Foto: Rodrigo Gorosito/SESRJ

BebĂȘs nascem durante a Copa do Mundo e recebem lembranças em hospitais do Rio. Rodrigo Gorosito/SESRJ

Fantoches

No Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu, o teatro de fantoches da unidade entrou no clima do torneio da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Os bonecos que alegram as crianças e adultos durante a internação agora vestem a camisa da Seleção do Brasil.

A apresentação de fantoches alegrou a pequena Helena, de dois anos. Para a mãe da menina, Tainå Teixeira, moradora de Araruama, na Região dos Lagos, o teatro trouxe alívio durante o difícil momento de internação por estomatite e amigdalite.

A criança ficou sem comer por uma semana e precisou ser hospitalizada para receber medicamentos e hidratação por meio de soro. Tainå destacou a importùncia dos fantoches no hospital para distrair as crianças. 

“Helena ficou muito tempo acamada e ligada ao soro. Agora, com mais liberdade, ela pîde brincar e ter contato com outras crianças. Essa atividade distrai e ajuda muito na recuperação delas.”

Terapia

Rainara Cruz, integrante da ComissĂŁo de Pele, responsĂĄvel pelo cuidado de pacientes com lesĂ”es, Ă© a profissional que dĂĄ vida aos bonecos Ricardinho e Mika. As apresentaçÔes do projeto “PlantĂŁo da Alegria, arte todo dia” sĂŁo realizadas nas enfermarias, com perguntas sobre os jogos do Brasil na Copa do Mundo e os artilheiros da seleção. “É muito bom ver a alegria dos pacientes, principalmente das crianças. É muito gratificante.”

As açÔes promovidas tĂȘm funçÔes terapĂȘuticas, como explica a integrante da Assessoria de Humanização da secretaria Gleice Melo Moura.

“Elas tĂȘm um papel importante no processo de recuperação dos pacientes, contribuem para o bem-estar emocional, reduzem o estresse da internação e fortalecem os vĂ­nculos entre pacientes, parentes e equipes de saĂșde. SĂŁo atividades que deixam o ambiente hospitalar mais acolhedor.”



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